P.A.R.T.Y. Campinas conta com a participação de voluntários desde 2010

1404 Alunos ouvindo a história do voluntário Washington

Alunos ouvindo a história do voluntário Washington

Em 14 de abril de 2015, houve mais uma edição do P.A.R.T.Y. Campinas. O projeto recebeu os alunos de segundo e terceiro anos da EE Guido Segalho e também uma rápida visita do Prof. Juan Carlos Puyana da Universidade de Pittsburgh, EUA, que está em Campinas (SP) participando do programa de “Professor Especialista Visitante”, da Pró-Reitoria de Graduação da Unicamp e ficará nos próximos dias em atividades na Disciplina de Cirurgia do Trauma, coordenada pelo Prof. Dr. Gustavo P. Fraga.

Os jovens tiveram acesso a palestras e vídeos sobre prevenção de situações de trauma decorrentes de imprudência no trânsito, visitaram diversas alas do Hospital de Clínicas da Unicamp como UTI e Banco de Sangue, e puderam conversar com pacientes internados na enfermaria do trauma.

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Prof. Juan Carlos Puyana (EUA), presenciando o programa P.A.R.T.Y. Campinas

No auditório principal em que o  P.A.R.T.Y. ocorre, os alunos tiveram a oportunidade de ouvir a história do  voluntário Washington Conceição Moura. Washington sofreu um trauma quando tinha 17 anos de idade, ao pular numa piscina que, embora estivesse repleta de água, era muito rasa, e em decorrência desse fato ficou tetraplégico. Hoje tem 38 anos de idade, depende de uma cadeira de rodas para se locomover, mas possui uma bela história de superação, através da prática de esportes e da participação em projetos de prevenção como o P.A.R.T.Y. Campinas. Washington é voluntário no projeto desde o seu início em 2010, ajudando na conscientização de inúmeros jovens que já passaram por aqui.

Washington, voluntário do PARTY Campinas desde 2010

Washington, voluntário do P.A.R.T.Y. Campinas desde 2010

Washington também afirmou que é feliz em poder cooperar no P.A.R.T.Y. Campinas: “Eu sinto muito prazer em ter sido convidado para estar aqui e poder aprender tanto com os outros colaboradores tanto com os alunos.”Segundo Washington, quando ele sofreu o trauma que o deixou na situação em que se encontra hoje, tinha apenas 17 anos, a mesma faixa etária que os alunos que participam do projeto possuem. “O jovem tem a idéia de que é um super-herói e de que nada de mal vai lhe acontecer. Porém, depois que essas situações acontecem, o jovem percebe o quanto é vulnerável”, afirmou Washington. Ele também ressaltou que “os jovens estão muito suscetíveis a situações de trauma” e que por isso a “prevenção é muito importante.”

Por Natália do Val Siqueira

Orientador: Thiago Calderan

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