Coordenadores do CoPELT explicam como funciona a organização de uma edição do programa P.A.R.T.Y.

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Membros da Coordenação do CoPELT – gestão 2016

Quando se acompanha uma tarde do programa P.A.R.T.Y., nem sempre é possível imaginar o passo-a-passo que é necessário para que todas as atividades propostas sejam de fato executadas.
No P.A.R.T.Y Campinas, por exemplo, a tarefa de organização e manejo dos possíveis imprevistos ficam a cargo de alunos da Liga do Trauma da Unicamp, coordenadores do CoPELT (Comitê de Prevenção e Extensão da Liga do Trauma) que, atualmente, conta com quatro membros.

No início da tarde, antes da chegada dos estudantes da escola convidada, os coordenadores preparam o Anfiteatro do Hospital das Clínicas da Unicamp para recebê-los. Há testes de áudio, vídeo e slides, além da separação dos materiais de dinâmica que será realizada com os alunos (cadeira de rodas, tipoia e vendas).

Com a chegada da escola, há distribuição de pré-testes com perguntas relativas aos temas a serem abordados no programa que não procuram avaliar os alunos, mas despertá-los para informações que eles irão obter ao longo da tarde. Após esse primeiro contato, iniciam-se as apresentações conscientizadoras da Liga do Trauma da Unicamp e de seus parceiros no P.A.R.T.Y.: EMDEC, Polícia Militar, Bombeiros e SAMU.

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Alunos participantes do P.A.R.T.Y. Campinas de 03/05/16

Enquanto os eventos no anfiteatro acontecem, dois coordenadores permanecem de prontidão caso haja algum problema técnico no local ou algum parceiro tenha imprevistos e não possa comparecer naquele dia.
Os demais coordenadores seguem para setores do Hospital que os alunos irão visitar a fim de conversar com a equipe de enfermagem e com pacientes confirmando as atividades do programa naquele dia.
Desse modo, a Enfermaria do Trauma e da Ortopedia, as UTI´s e o Banco de Sangue são previamente comunicados sobre a chegada dos estudantes para que a programação siga conforme previsto.

Terminado os eventos no anfiteatro, os alunos são divididos em pequenos grupos e guiados por alunos da Liga do Trauma aos setores supracitados e tem a oportunidade de ver pacientes em estado grave e conversar com alguns deles que estão se recuperando na enfermaria e partilham sua experiência com trauma.

No retorno, os alunos participam de uma dinâmica/gincana que os incentiva a discutir e experimentar as limitações que pode ter uma vítima de trauma que sofra sequelas, além de responderem pós-testes com as mesmas questões propostas no início da tarde. Os coordenadores COPELT procedem com uma fala de agradecimento pela presença dos alunos e professores, despedem-se da escola e organizam a saída dos estudantes, em grupos.

Neste início de maio tivemos a presença dos alunos da escola estadual Adalberto Prado e Silva.

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Por Karla Saraiva / Médico Orientador Thiago Calderan

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